VFX: o novo “abracadabra” do cinema

VFX: o novo “abracadabra” do cinema

Explosões impactantes, destruições eminentes, prédios caindo e todo tipo de situações atípicas que sequer podemos imaginar: a cada ano, a indústria de efeitos visuais vem crescendo e ganhando força no mercado cinematográfico e publicitário.

Vivemos em uma época que o digital vem substituindo o real cada vez mais, o realismo gráfico supera as expectativas e se passa por realidade. Estúdios de computação gráfica inovam e evoluem suas técnicas cada vez mais, e as aplicam em circunstâncias diversas: desde um cenário ao fundo que nós jamais imaginaríamos que não está lá de verdade, até a interação de seres humanos com animais digitais que nos deixam absurdamente maravilhados com o realismo.

Efeitos Visuais

VFX (do inglês “visual effects”, ou em português, “efeitos visuais”), são vários processos pelos quais imagens e efeitos são criados e manipulados fora do contexto de uma gravação ao qual não estavam em uma cena no momento em que foi filmada.

Por outro lado, o VFX não serve apenas para impressionar, é uma mão na roda no quesito economia de gastos, mesmo para os maiores produtores de Hollywood. Basta se perguntar: “O que é mais viável: alugar a Times Square por algumas horas e desembolsar algum milhões para as filmagens, ou reproduzi-la através de softwares gráficos que conseguem atingir um nível absurdo de realidade? ”

Este universo gráfico permite alcançar, por meio de composições e efeitos, coisas que simplesmente se tornariam complicadíssimas de reproduzir de forma mecânica, como por exemplo no filme Deadpool, em que existe uma cena de um carro que perde o controle após o personagem entrar nele, fazendo com que ele capote com várias pessoas dentro.

Explosões impactantes, destruições eminentes, prédios caindo e todo tipo de situações atípicas que sequer podemos imaginar: a cada ano, a indústria de efeitos visuais vem crescendo e ganhando força no mercado cinematográfico e publicitário.

Um recurso que vei pra ficar

A cada ano aumenta o número de estúdios de VFX nos Estados Unidos, o que gera diversas vagas neste mercado. No Brasil, isso também é uma realidade, mesmo que em proporções menores, pois já é nítida a evolução gráfica nacional, quando a comparamos à de 10 anos atrás.

Empresas na área de publicidade também estão abraçando a ideia cada vez mais, e criando propagandas onde o digital se mistura com o real e fica praticamente impossível distinguir uma coisa da outra.

Com certeza este é o futuro em um mundo onde a demanda da comunicação visual cresce e exige soluções rápidas e baratas em vários tipos de produções, desde as mais amadoras até as mais profissionais. Junto da demanda, notamos também o aparecimento de universidades que preparam o futuro profissional para esta nova era tecnológica. O digital jamais substituirá o real, porém se mostra cada vez mais uma ótima alternativa.

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